terça-feira, 3 de março de 2015

Royal Enfield - Trip of L'Équipée to Hymalaya

Extraordinária viagem destas garotas tão bem "équipée" aos himalaias.


Nestas belas e robustas máquinas.


Vale a pena dar uma olhada nas imagens.


segunda-feira, 2 de março de 2015

Nas rodas do tempo

Dia chuvoso, comecei a rever minhas fotos e encontrei as que fiz no museu Rodas do Tempo, em Pirenópolis. Que por si só, já vale a viagem a esta cidade. <http: //www.rodasdotempo.com.br/images/index_1.jpg>
Estas obras de arte da mecânica nos levam a uma viagem no tempo.


domingo, 22 de fevereiro de 2015

To trike or not to biker, this is the question (or not)

É sensacional o estado de alma transmitido por este simpático motociclista.
Ou, seria mais correto chamá-lo triciclista (triker)?
A diferença entre um biker e outro triker não fica apenas na terceira roda.
Mas, no tipo de estado alterado que não se alcança pilotando uma bike.
O medo de cair é instintivo, daí a forte emoção da superação…
Num trike (triciclo), podemos passar para outro patamar, sem receio de machucar a mulher amada, nem, de beijar o asfalto por uma breve distração ou devaneio, de menos de 1 segundo
É ou não é diferente?
cada um curte sua paixão
.

Aparato ou paixão?


Como descrever este veículo, criado originalmente para o touring de longos percursos, sem falar de ostentação?
Sendo assim, analisemos apenas alguns dos aparatos nele reunidos:
    1    motor de 1800 cc em 6 cilindros deitados, como num Porsche;
    2    carenagem integral, com quatro faróis, para-brisas com altura regulável;
    3    assentos, com encostos ajustáveis, para piloto e passageiro;
    4    porta-malas com mais capacidade que a de muitos carros populares;
    5    e marcha à ré, indispensável para manobrar seu peso acima de 500kg,
Por outro lado, sua versão de 2 rodas, já vendeu cerca de 640.000 unidades, a maioria para os EUA.
Também esteve na lista das 10 melhores motos da revista Cycle World, por 18 vezes.
O que não é para qualquer moto...
Com um styling impecável, o design mostra um ponto crítico com solução discutível:
_A pedaleria de apoio do piloto poderia ser mais ampla, permitindo posições mais confortáveis em longos percursos, além de proteger os pés da água lançada pelos pneus, em caso de chuva ou neve
Mesmo assim, haja paixão para adquiri-lo.
O que não é para qualquer um, né!?

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

CNH - Carteira Nacional de Habilitação, ou Carteira de Negacional de Habilitação

Área de teste do Detran, em Brasília



As falhas na habilitação de motociclistas são ainda mais graves do que na de motoristas.
Durante as 35 "aulas" que fiz, poucas vezes não vi alguém cair com as motos. Em geral nas suas primeiras aulas. Raras vezes vi algum instrutor acompanhar os iniciantes ao longo do percurso. Muito menos, comentar as dificuldades de seus alunos e propor exercícios simples como controle de embreagem, evitar olhar para o chão, entre outros.
Percurso este que me lembrou um que fizemos na Escola-Parque 313/314 Sul, em Brasília, para as crianças brincarem, na Semana do Transito, nos anos 90. Nos últimos dez anos nem ouvimos falar disso nas escolas. Apesar da presença obrigatória nos currículos, os recursos (cartilhas, apostilhas, jogos) jamais chegam às escolas.
As habilidades treinadas para o teste:
    1.    colocar capacete e baixar a viseira;
    2.    ligar a moto;
    3.    sair em primeira marcha, sem acelerar;
    4.    contornar via em forma de oito;
    5.    contornar cones;
    6.    passar sobre brita;
    7.    passar sobre sonorizadores;
    8.    freiar na faixa de pare;
    9.    contornar circulo;
    10.    passar sobre duas ondulações.
    11.    não colocar os pés no chão com a moto em movimento.
Sem dúvida alguma que são importantes para aprendizes iniciantes.
Absurdo é elevar habilidades iniciais ao nível de habilidades suficientes     para a habilitação pelo Detran.
Considerando os riscos envolvidos na condução de motocicletas em situações reais do transito cotidiano, é o mesmo que dar um atestado de incapacidade ou, pior, um atestado de óbito adiantado.
As estatísticas de mortos e incapacitados em acidentes, por ano, são de aterrorizar. Até porque nem o aumento brutal no valor das multas por violação das leis de transito não diminuiu estas violações (SIC!).
Burrhus Frederic Skinner, psicólogo comportamentalista, afirmava, baseado em suas experimentações e observações de comportamentos animais, que a aprendizagem duradoura esta sempre ligada à recompensa e nunca à punição. A punição gera comportamentos de fuga e esquiva. Assim, apenas se aprende a evitar a própria punição.
Parece que as estatísticas divulgadas confirmam as teorias de Skinner, que de burro não tinha nada.
Ao contrario dos responsáveis pelo Detran, que acreditam fervorosamente que as multas, ou punições, por si só são capazes de mudar os comportamentos no transito. Ou seja, aplica uma dose mais forte do mesmo remédio, acreditando que o resultado seja maior.
Isso eles conseguiram: aumentar os números de acidentes.
Proponho uma mudança. Que as multas sejam aplicadas também aos responsáveis do Detran, por vias esburacadas, mal sinalizadas e mal conservadas. As multas mais altas deveriam ser aplicadas aos que liberam a circulação em estradas subdimensionadas para o transito nelas previsto.
Quanto maior o numero de acidentes em determinada via, maiores as multas indiciam sobre os responsáveis por ela.
Não acho que isso resolveria, mas me sentiria vingado por estes administradores de araque, que adoram cagar regras para o outros cumprirem.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Girls on bike

Estas garotas apreciam andar de moto, mesmo no intervalo entre as aulas de direção de moto, aproveitam para dar um toque no visual.
Galega e Didi

sábado, 17 de janeiro de 2015

Rua das Motos, uma bobber sem dúvida



Sem sombra de dúvida esta é uma Honda Shadow de inspiração bobber (bobbed= made smaller: feita menor).
Evidenciada pelo para-lamas traseiro cortado e outras partes "supérfluas" retiradas, para aliviar o peso da moto.

Enquanto as choppers, com quadros modificados, garfos alongados e cromados extensos têm custos mais elevados.

Ao contrário dos bobber builders, que adotam  uma abordagem minimalista, cuja customização muitas vezes é feita em casa pelo próprio dono da máquina. Que, com simples detalhes, personalizam suas motos, tornado-as únicas, com esta red skull e o alforge abaixo do farol dianteiro.

Assim o fez Humberto em sua street bobber, com balança e mesas cromadas, características das choppers.